Dividindo o palco com Kell Smith: minha experiência no Festival Literário de Itapecerica

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Existem momentos que a gente sabe que vão virar história antes mesmo de acabarem.

Do reels ao palco: como tudo começou

Primeiro, veio o pedido da cantora no Instagram: ela publicou um reels pedindo que a cidade indicasse um artista local para cantar com ela. Em seguida, os comentários começaram a pipocar. Amigos, fãs, meus pimentinhas, todo mundo marcando. Eu fiquei chocada, no melhor sentido.

No dia seguinte, a ligação. A Kell Smith me ligou pessoalmente, disse que queria sentir minha energia e que já tinha ouvido minhas músicas. Conversamos com calma, sentimos a sintonia e, quando o convite veio, aceitei feliz e animada, com aquele frio bom na barriga.

“Dia de Domingo” sem ensaio: a preparação solo

Depois, escolhemos as músicas. A escolha das músicas foram “Nossa Conversa- Kell Smith” e “Dia de Domingo” (sugestão da Kell, já no repertório dela). Como seria um show sem ensaio e eu nunca tinha cantado nenhuma dessas, corri para o Jholl Bass, meu professor de música, que me ajudou a estudar. Foquei palavra por palavra, respiração por respiração.

O nervosismo até existiu, claro, mas não me impediu de entregar o melhor. Naquele momento, não havia tempo para esse sentimento.

Confira o vídeo no Instagram da Kell Smith

Look de palco: quando a roupa também fala

Em eventos importantes, a roupa precisa conversar com o palco, com a proposta e com quem está na plateia. O Festival de Literatura pedia elegância sem perder minha essência. Fui de algo elegante, confortável e com presença!

O chamado do palco e o abraço

Cheguei e a equipe me recebeu com carinho. Clima frio, leve garoa, cheiro de grama, food trucks, aquela energia!

A Kell Smith fazia a própria maquiagem, chegou confortável e, na hora do palco, estava impecável, cheia de acessórios, linda. Então alinhei com a cantora os detalhes simples das músicas e subi confiante.

Quando ouvi “Clarissa Fer” no som, fui correndo encontrar a Kell e senti o público feliz por eu estar ali. Foi simplesmente sensacional!

De cima do palco, eu assistia rostos iluminados, sorrisos largos, mãos em sincronia. Além disso, cantamos e dançamos e, no meio da performance, e também nos abraçamos. Parecia que havíamos ensaiado: deu muito certo, até harmonia das vozes rolou!

Clarissa Fer canta com Kell Smith

Levei meu pai para me ver de perto e, de cima do palco, ver o sorriso dele e dos meus amigos também, foi tudo pra mim. Minha irmã filmou os bastidores com carinho:

Confira agora os bastidores

Eu amei o arranjo do maestro Bruno Alves em “Dia de Domingo” e ainda rolou uma dancinha improvisada com a Kell que ficou bem bonita.

E um detalhe que me deixou chocada de alegria: as cores do palco no meu momento eram as mesmas da minha identidade visual. Coincidência ou sincronia?

“Resista”: as palavras que ficam

Pois então: depois do show, o aconchego do camarim. Eu adoro esse clima! Conversei com a banda e cantei um trecho de “Sinto Demais” para eles — só voz, à Capella:

Tão Cássia Eller desfilando com o meu All Star, virou poeta e dizia não saber amar, mesmo na dor arranca o riso, Vênus em Peixes, mas o coração tá de castigo…]

Aproveite e ouça agora no Spotify!

Teve brinde de comemoração (eu quase não bebo cerveja, mas super aceitei), fotos com a banda e um momento íntimo quando o maestro tocou piano ali mesmo!

Confira alguns trechos do Show!

A Kell segurou minhas mãos, beijou uma delas e disse Resista. Depois, olhando nos meus olhos: “Viva a música brasileira.

Pois eu entendi: quando um artista divide palco, divide alma e sonhos. Essa entrega vira poder interno.

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Agradecimentos

Obrigada à Secretaria de Cultura de Itapecerica da Serra, na pessoa da Soraia, e a toda a equipe envolvida.

Obrigada aos fãs e pimentinhas que engajaram meu nome nos comentários do reels, à minha família e ao Jholl Bass, que me ajudou nos estudos antes do show. Em especial, ao meu pai, minha irmã, Bárbara, meu melhor amigo, Vinícius (que gravou o primeiro vídeo tocando “Era Uma Vez” no Youtube — que me acompanharam, do início ao fim.

Também agradeço à Kell Smith, por me lembrar de resistir e pela oportunidade, à sua banda por deixarem tudo impecável, e sua produção por me receberem tão bem.

Créditos

Fotos: Patrick Moreira e Manuel Motta

Produção: Tainan Gabriel, Priscila Rocha, Robson Lopez e Vitor Silva.

Banda: Bruno Alves, Bene Filho, Edson Guidetti, Marco da Costa, Augusto Cepillo, Juão Ferreira.

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